Filha de pastor desfila nua na Sapucaí: ‘Ele vai descobrir pela televisão’

Filha de pastor desfila nua na Sapucaí: 'Ele vai descobrir pela televisão' (Foto: Reprodução)

Desfilando pela Beija-Flor, que celebra os 70 anos da escola no Carnaval do Rio de Janeiro,  Simone Cerqueira representa uma escrava em um dos carros da agremiação.

A fantasia é a mais simples possível: apenas uma sandália de dedo e uma calcinha dourada. Os seios são totalmente desnudos. “Não estou com vergonha, sou atriz e essa fantasia, ou melhor, a falta dela, tem um contexto. Se não tivesse, nem topava”, contou.

O único problema que ela vai enfrentar é o pai, que descobrirá pela televisão que a filha passará pela avenida seminua.

“Meu pai tem 64 anos e é pastor evangélico. Falei para ele que ia desfilar com pouca roupa, mas não disse que era pelada. Ele vai descobrir pela televisão, vai ficar chateado e falar que eu não precisava fazer isso. Mas vou explicar que é pela arte e ele vai entender”.

(Com informações de UOL)

Não ao sarampo e ao Maduro

Semana passada, Arnaldo Jabor produziu um artigo no qual questionou o silêncio da esquerda brasileira e dos intelectuais de um modo geral sobre a gravíssima situação do povo venezuelano.

Quando estava no poder, o PT defendia que a soberania da Venezuela tinha que ser respeitada, e naquele tempo a situação por lá, já não era das melhores.

O povo passa fome e é reprimido pelas forças leais ao governo tirano e incompetente de Nicolas Maduro, falta remédio, falta tudo no nosso vizinho do norte. A pressão internacional é grande, mas o ditador não cede. E a esquerda e os intelectuais não dizem nada.

Trata-se de uma questão de humanidade, de vida ou morte. Grande parte das crianças da Venezuela estão desnutridas, sendo que 15% já apresentam risco de morte se não for feito nada urgentemente. O nome disso é genocídio. Não é preciso puxar o gatilho uma só vez para que isso se concretize. Basta continuar essa situação por mais tempo. 

 E a esquerda e os intelectuais brasileiros ignoram como se não fosse com ela.

Mas, não é só isso, o sentimento de solidariedade para com o próximo não está acontecendo nem mesmo dentro do nosso país. Agora mesmo, estamos todos assustados com essa onda de sarampo que invadiu o Brasil de uma hora para outra. Saltamos de zero caso em 2017, para 10.296 casos em 2018. Isso é simplesmente assustador. E está chegando perto da gente, aqui na região.

Deve ser preocupação de todos, principalmente de quem tem a voz mais forte, como a imprensa de um modo geral, que tem informado a população. Da mesma forma, todas as pessoas que tem notoriedade, seja em qual atividade for, devem usar os seis meios para conclamar os brasileiros para que voltemos a erradicar o sarampo.

Meu marido, Jota Parente, há 33 anos quase perdeu seu filho mais novo, Raoni, com poucos meses de vida. E não foi por ter deixado de vacinar seu filho, mas, porque quando ele tomou a vacina, já havia contraído o vírus do sarampo, mas, ninguém sabia disso. Foram cinco dias de muito sufoco, mas, felizmente o tratamento deu certo.

Vamos nos juntar ao esforço que deve ser de todos para que os pais sigam corretamente a programação de vacinação das nossas crianças.

Não ao Maduro e ao genocídio dos irmãos venezuelanos, não sarampo e a todas as doenças que dependem da vacina. E isso depende da gente.

Marilene Parente

 

 

Cuidado, o sarampo está cada vez mais perto da gente

O município de Prainha já registrou 26 notificações de casos de sarampo, sendo que 15 já foram confirmados. Em Monte Alegre já tem 15 notificações e 9 confirmados. A região da Calha Norte Paraense só está atrás de Santarém que tem o maior caso de sarampo do Estado do Pará, possui atualmente 116 casos notificados e 39 confirmados.
O 9º Centro Regional de Saúde, vinculado à Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), em parceria com os municípios, está intensificando a vacinação da população para conter o surto de sarampo no oeste do Pará. No município de Santarém, o trabalho está sendo desenvolvido junto com a Secretaria Municipal de Saúde, principalmente em escolas e empresas, onde há grande aglomeração de pessoas.
Segundo a diretora do 9º CRS, Marcela Tolentino, uma equipe de técnicos já esteve no Alto Arapiuns para vacinar a população indígena que vive naquela região. “Também houve vacinação nas escolas de Monte Alegre, onde já foram confirmados nove casos da doença”, acrescentou a diretora.
No município de Prainha houve uma reunião, na última quarta-feira (27/02), com o secretário municipal de Saúde, Paulo Ricardo Corrêa da Silva, para que o 9º CRS e o município coloquem em prática o Plano de Enfrentamento do Sarampo aprovado pela Sespa, que deverá ser desenvolvido durante os próximos 30 dias. Os recursos financeiros, no valor de R$ 120 mil, foram repassados pela Diretoria de Vigilância em Saúde da Sespa e serão utilizados em pessoal, veículos, combustíveis e aquisição de insumos para a vacinação e busca ativa de casos de sarampo.
O município de Prainha já registrou 26 notificações de casos de sarampo, sendo que 15 já foram confirmados. Em Monte Alegre já tem 15 notificações e 9 confirmados. A região da Calha Norte Paraense só está atrás de Santarém que tem o maior caso de sarampo do Estado do Pará, possui atualmente 116 casos notificados e 39 confirmados.
O 9º Centro Regional de Saúde, vinculado à Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), em parceria com os municípios, está intensificando a vacinação da população para conter o surto de sarampo no oeste do Pará. No município de Santarém, o trabalho está sendo desenvolvido junto com a Secretaria Municipal de Saúde, principalmente em escolas e empresas, onde há grande aglomeração de pessoas.
Segundo a diretora do 9º CRS, Marcela Tolentino, uma equipe de técnicos já esteve no Alto Arapiuns para vacinar a população indígena que vive naquela região. “Também houve vacinação nas escolas de Monte Alegre, onde já foram confirmados nove casos da doença”, acrescentou a diretora.
No município de Prainha houve uma reunião, na última quarta-feira (27/02), com o secretário municipal de Saúde, Paulo Ricardo Corrêa da Silva, para que o 9º CRS e o município coloquem em prática o Plano de Enfrentamento do Sarampo aprovado pela Sespa, que deverá ser desenvolvido durante os próximos 30 dias. Os recursos financeiros, no valor de R$ 120 mil, foram repassados pela Diretoria de Vigilância em Saúde da Sespa e serão utilizados em pessoal, veículos, combustíveis e aquisição de insumos para a vacinação e busca ativa de casos de sarampo.
Fonte: O Impacto

Dispara procura por vacina contra meningite após morte de neto de Lula, mas valor assusta

Arthur Araújo Lula da Silva, neto do ex-presidente Lula, morreu aos 7 anos de idade vítima da meningite meningocócica. O menino foi levado para o hospital na manhã de sexta-feira (01) e algumas horas depois veio a óbito. Pais de todo Brasil ficaram desesperados e saíram em busca de informações sobre a vacina contra a meningite e muitos estão procurando as clínicas para vacinação.

Ao todo são 12 tipos de meningite meningocócica, porém, as que mais prevalecem no Brasil são os tipos: A, B, C, W e Y. Na rede pública de saúde só é oferecida a vacina contra o tipo C e quem quiser imunizar os filhos das outras formas da doença será preciso pagar a dose em alguma clínica particular e o valor é alto. 

Em São Paulo, por exemplo, houve um aumento na procura por clínicas particulares, em busca da vacina que está custando na média de R$ 575. 

Muitos pais alegam que não estavam preparados para este gasto extra agora, mas estão buscando alguma forma de garantir a segurança dos filhos. 

Uma clínica chegou a aplicar em menos de 48 horas, mais da metade do estoque que tem para o mês de fevereiro e acredita que a busca tende a crescer na próxima semana e após o carnaval. Já foram utilizadas mais de 140 doses do tipo B e 400 doses da conjugada quadrivalente.

Médicos alertam aos pais que não há motivo para entrar em pânico e que as pessoas costumam ficar desesperadas quando um fato assim acontece, quando na verdade deveriam ficar atentos o ano todo.  

Os pais que estão mantendo a caderneta de vacinação dos filhos em dia não têm o que preocupar. Esta corrida em busca da vacina contra meningite mostra que os brasileiros continuam não dando atenção a um assunto seríssimo e que pode causar perdas irreparáveis. 

Fonte: EWS News

Projeto de lei quer obrigar presos a pagarem seus custos ao Estado

A Alerj quer obrigar presos que cumprem pena em regime fechado ou semiaberto a indenizarem o Estado pelos gastos com sua manutenção no sistema penitenciário. É o que determina o projeto de lei 162/2019, apoiado pelos partidos da base do governo Witzel. O Rio tem hoje 53 mil detentos, espalhados por 56 unidades prisionais. Em todo o país, são mais de 700 mil pessoas atrás das grades, que custam, em média, R$ 2.400 por mês aos cofres públicos, segundo cálculos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O curioso é que o autor do projeto, o deputado Renato Cozzolino (PRP), tem uma tia atrás das grades. Núbia Cozzolino, ex-deputada estadual e ex-prefeita de Magé, foi presa por acusada de chefiar uma organização criminosa e falsificar documentos públicos. Outro tio de Renato, Charles Cozzolino, que também foi prefeito de Magé, esteve preso por fraudar licitações. E a mãe do deputado, Jane Cozzolino, teve o mandato cassado na Alerj por fraudes no Auxílio Educação.

‘Aceitei casar com alguém que não existia’: os relatos de brasileiros enganados por fakes

Aliança enviada pela estelionatária para pedir a Luana em casamentoConcomitantemente com outros textos, a matéria a seguir, produzida pela BBC Brasil, eu decidi dividir em partes, porque na correria do dia-a-dia de hoje, ninguém tem tempo para ler uma matéria tão extensa.

Chamo atenção para a atualidade do tema, pois, trata-se do envolvimento de pessoas pelas redes sociais. Muitas vezes dá certo, pode terminar num bom casamento, mas, cada vez mais, ouvem-se histórias de pessoas sendo enganadas.

Dependendo de um caso para outro, uma vida pode ser destruída, pois, quem engana nesses relacionamentos, cria uma expectativa de felicidade que nunca vai se concretizar.

Primeira parte

Desde a primeira vez em que conversou com um rapaz que dizia se chamar Álvaro, a enfermeira Luana*, de 30 anos, se encantou pelo homem.

Eles se conheceram em um aplicativo de relacionamentos, no início de janeiro deste ano. Em menos de dois dias, passaram a se considerar namorados, mesmo sem nunca terem se encontrado pessoalmente.

Luana conta que se apaixonou por Álvaro por considerá-lo um homem carinhoso, bonito e bem-sucedido. Ele dizia que era defensor público recém-concursado, que havia nascido no Rio Grande do Sul e tinha se mudado havia poucas semanas para Macapá (AP), onde a mulher mora.

“Eu acreditava em tudo o que ele me dizia. Não procurei informações sobre ele, porque estava muito encantada com as atitudes dele comigo”, relata Luana à BBC News Brasil.

Em uma semana de conversa, ela recebeu flores e declarações de amor por meio do WhatsApp. Em outro momento, a enfermeira emprestou R$ 600 para Álvaro, pois ele disse que precisava do valor com urgência.

Dias depois, ela foi pedida em casamento pelo homem. Mesmo sem nunca tê-lo visto, pois ele costumava usar diferentes desculpas para não encontrá-la, a enfermeira aceitou.

O homem perfeito, aos olhos de Luana, nunca existiu. Álvaro era um fake, expressão utilizada para denominar perfis falsos na internet.

A história acabou na polícia. Uma jovem de 24 anos era a responsável pelo perfil. As investigações apontaram que a suspeita enganou outras dezenas de mulheres de Macapá.

Na internet, é comum encontrar relatos de homens e mulheres que foram enganados por perfis falsos. Algumas histórias viraram casos de polícia. Outras, apenas deixaram marcas na vida de quem se envolveu em um relacionamento com alguém que nunca existiu.

A psicóloga Ana Sandra Fernandes explica que há pessoas que se envolvem com perfis virtuais, sem questionar se aquela pessoa realmente existe, por idealizar um relacionamento perfeito. “Vivemos uma cultura muito influenciada por contos de fadas. Isso influencia muitos relacionamentos, porque muitas pessoas procuram viver algo perfeito.”

“Nos relacionamentos reais, você se envolve com pessoas que têm defeitos. Em relações virtuais, as pessoas podem fantasiar uma perfeição, sem transparecer os problemas. Por isso, em muitos casos, a pessoa está tão imersa naquele suposto conto de fadas que não percebe muitas incoerências na história daquele perfil falso. A vítima acaba aceitando que aquilo é real e embarca naquela história”, explica Fernandes.

Dialogar é preciso

O pequeno artigo a seguir, eu escrevi em 2007. É tipo da conversa que não tem prazo de validade. Pode mudar um pouco com o passar do tempo, mas, o princípio se mantém.

Acompanhei com especial interesse o trabalho de edição da matéria PAZ NA FAMÍLIA, a qual destaca o trabalho que a amiga Célia Serique realiza em busca de mais paz nos nossos lares. Nossos, porque a paz que pode não existir no lar do meu vizinho, pode trazer-me sérios problemas. Mais do que em qualquer época, vivemos num mundo globalizado, no qual as ações de uns correspondem às reações de outros.

Vivemos cada vez mais cercados de pessoas, mas, nunca houve tanta disputa por quase tudo, ou, às vezes, por quase nada, fato que individualiza o ser humano e muitas vezes o embrutece. Um dia desses ouvi as queixas de um jovem, que tem problemas em casa. Ele me disse: “Eu me sinto sozinho na minha família. Eles não falam comigo e eu não consigo falar com eles. Quando falamos, brigamos, tenho medo ou desconforto de chegar perto, mas me ressinto por estar longe. Olho as famílias de meus conhecidos e amigos e percebo o quanto gostaria de ter uma. Isso me entristece e atrapalha minha vida”.

Cada um de nós precisa de proximidade, por um lado, e também de distância, por outro lado. Precisamos pertencer a algo e, ao mesmo tempo, precisamos sentir a nossa autonomia. Precisamos de suporte e proteção, mas também de liberdade. Essas condições aparentemente irreconciliáveis são na verdade a fonte da nossa vida e do nosso amadurecimento. Precisamos de suporte e amor para sermos independentes. E é com a segurança de quem cuida de nós que poderemos ser autônomos e independentes. Através da vida, o equilíbrio entre estes opostos será peculiar e característico a cada fase. Como bebês, crianças, adultos e idosos sempre haverá uma combinação entre proximidade e distância. Mas, apesar de todos os problemas que possamos enfrentar em família, uma coisa não pode faltar: o diálogo. A quebra do diálogo tem tudo para ser a porta de entrada para a violência no lar. Dialogar é preciso.