Casei com alguém que não existia – Parte 2 – Pedido de casamento –

Quando Luana baixou o aplicativo de relacionamentos para conhecer algum rapaz, ela estava solteira havia seis meses, após terminar um namoro de dois anos. Anteriormente ao último relacionamento, a enfermeira havia sido casada por cinco anos. “Nunca tinha utilizado nenhum aplicativo assim, mas as minhas amigas insistiram e decidi testar”, diz.

Logo no primeiro dia em que usou o aplicativo, ela conheceu Álvaro. “Ele me disse que tinha 35 anos e estava em busca de um relacionamento sério”, conta.

A primeira surpresa da enfermeira foi o pedido de namoro, poucos dias após conhecer o rapaz. “Uma mulher levou um buquê de flores no meu serviço. Ela não perguntou meu nome, nem nada. Só entregou e foi embora. Em seguida, o Álvaro me ligou, perguntando se eu havia gostado do presente. Ele me disse que era um pedido de namoro. Eu agradeci e aceitei.”

 

“Fiquei encantada com aquele buquê, pois nunca havia recebido nenhum. Mas me assustei com o pedido de namoro, porque nos falávamos há pouco tempo. Pedi a ele para que nos conhecêssemos pessoalmente o quanto antes. Então, ele me disse que nos veríamos no dia seguinte”, relata Luana.

Apesar do combinado, eles não se encontraram no dia seguinte, um sábado. “Ele me ligou para avisar que estava passando mal e não poderíamos sair. Eu disse que poderia ajudá-lo, pois sou enfermeira, mas ele falou que não precisava, pois não queria me dar trabalho”, relata.

Na manhã de domingo, Álvaro comentou com Luana que estava melhor. Segundo a enfermeira, ele disse que queria encontrá-la, mas antes precisava levar o carro para a oficina. O homem pediu R$ 600 emprestados para a mulher. “Ele disse que não estava conseguindo retirar aquele valor porque estava com problemas para acessar a conta bancária.”

A enfermeira emprestou o dinheiro. Ela deu o valor à mesma mulher que havia lhe entregado o buquê de flores. “Eu a encontrei para levar os R$ 600. O Álvaro me dizia que ela era uma amiga dele, que se chamava Fernanda”, relata Luana.

Nos dias seguintes, a enfermeira continuou conversando com o perfil que havia conhecido no aplicativo. Um encontro entre eles parecia cada vez mais distante. “Ele sempre inventava alguma desculpa. Dizia que estava indisposto ou que tinha excesso de trabalho”, relembra Luana.

A mulher afirma que não desconfiou que pudesse estar sendo enganada. “Não havia me questionado sobre a possibilidade de ele ser uma farsa. Para mim, era muito claro que o Álvaro existia”, comenta.

Quando completou uma semana desde que conheceu o homem, Luana recebeu um novo presente, também levado pela amiga dele. “Ele me mandou um buquê de flores, acompanhado de uma aliança e um pedido de casamento. Em seguida, o Álvaro me ligou e perguntou qual era a minha resposta. Eu disse que a gente precisava se conhecer. Ele me garantiu que iríamos nos ver naquela noite. Então, aceitei o pedido.”

Mais uma vez, Álvaro não apareceu para encontrar a enfermeira. Para desabafar sobre o que vivia, Luana ligou para uma amiga. “Eu estava tão presa naquela história que, desde que o conheci, havia me afastado dos meus amigos. Não tinha contado sobre ele a quase ninguém. Quando contei a nossa história para a minha amiga, ela desconfiou de tudo”, relata.

Os amigos da enfermeira a auxiliaram em busca de informações sobre aquele homem: não havia nenhum registro dele na Defensoria Pública do Amapá, nem mesmo nas listas de aprovados em concursos públicos da região.

“A princípio, tive muita dificuldade em acreditar que tinha sido enganada, porque realmente não queria enxergar que havia vivido uma mentira”, conta.

Os amigos convenceram a enfermeira a denunciar a história à polícia. “Por mais difícil que fosse, percebi que havia indícios de que ele era um fake. Havia indícios muito claros, mas eu não notava. Por exemplo, todos os dias ele me mandava fotos, sempre do mesmo lugar, que não parecia ser em Macapá. Além disso, ele não sabia nem o nome do Fórum da região. Se ele fosse mesmo defensor público, deveria saber”, comenta Luana. (BBC Brasil)

Bolsonaro diz que Brasil gasta demais e mal com educação

Brasília - Entrevista com o deputado Bolsonaro, durante a votação do Impeachment da presidente Dilma Rousseff (Valter Campanato/Agência Brasil)O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (4), pelo Twitter, que o Brasil gasta muito com educação. “Brasil gasta mais em educação em relação ao PIB que a média de países desenvolvidos”, publicou. No post, o presidente fez uma comparação com o valor de R$ 30 bilhões investidos pelo Ministério da Educação (MEC) em 2003 e os R$ 130 bilhões aplicados no setor em 2016.

Bolsonaro ressaltou ainda a posição do país no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA). No ranking divulgado em 2016, o Brasil ficou na 66ª posição em matemática, 63ª em ciências e 59ª em leitura. Um total de 70 países foram analisados. O Brasil apresentou queda de pontuação nas três áreas.

O presidente afirmou ainda que há erros nas prioridades do que é ensinado aos alunos e nos recursos aplicados na educação brasileira. Como medida, Bolsonaro citou a “Lava Jato da Educação”, uma parceria entre o MEC, o Ministério da Justiça, a Polícia Federal, a Advocacia e Controladoria Geral da União para fiscalizar fraudes no setor. “Dados iniciais revelam indícios muito fortes que a máquina está sendo usada para manutenção de algo que não interessa ao Brasil”, publicou o presidente.

Fonte: Exame

Filha de pastor desfila nua na Sapucaí: ‘Ele vai descobrir pela televisão’

Filha de pastor desfila nua na Sapucaí: 'Ele vai descobrir pela televisão' (Foto: Reprodução)

Desfilando pela Beija-Flor, que celebra os 70 anos da escola no Carnaval do Rio de Janeiro,  Simone Cerqueira representa uma escrava em um dos carros da agremiação.

A fantasia é a mais simples possível: apenas uma sandália de dedo e uma calcinha dourada. Os seios são totalmente desnudos. “Não estou com vergonha, sou atriz e essa fantasia, ou melhor, a falta dela, tem um contexto. Se não tivesse, nem topava”, contou.

O único problema que ela vai enfrentar é o pai, que descobrirá pela televisão que a filha passará pela avenida seminua.

“Meu pai tem 64 anos e é pastor evangélico. Falei para ele que ia desfilar com pouca roupa, mas não disse que era pelada. Ele vai descobrir pela televisão, vai ficar chateado e falar que eu não precisava fazer isso. Mas vou explicar que é pela arte e ele vai entender”.

(Com informações de UOL)

Não ao sarampo e ao Maduro

Semana passada, Arnaldo Jabor produziu um artigo no qual questionou o silêncio da esquerda brasileira e dos intelectuais de um modo geral sobre a gravíssima situação do povo venezuelano.

Quando estava no poder, o PT defendia que a soberania da Venezuela tinha que ser respeitada, e naquele tempo a situação por lá, já não era das melhores.

O povo passa fome e é reprimido pelas forças leais ao governo tirano e incompetente de Nicolas Maduro, falta remédio, falta tudo no nosso vizinho do norte. A pressão internacional é grande, mas o ditador não cede. E a esquerda e os intelectuais não dizem nada.

Trata-se de uma questão de humanidade, de vida ou morte. Grande parte das crianças da Venezuela estão desnutridas, sendo que 15% já apresentam risco de morte se não for feito nada urgentemente. O nome disso é genocídio. Não é preciso puxar o gatilho uma só vez para que isso se concretize. Basta continuar essa situação por mais tempo. 

 E a esquerda e os intelectuais brasileiros ignoram como se não fosse com ela.

Mas, não é só isso, o sentimento de solidariedade para com o próximo não está acontecendo nem mesmo dentro do nosso país. Agora mesmo, estamos todos assustados com essa onda de sarampo que invadiu o Brasil de uma hora para outra. Saltamos de zero caso em 2017, para 10.296 casos em 2018. Isso é simplesmente assustador. E está chegando perto da gente, aqui na região.

Deve ser preocupação de todos, principalmente de quem tem a voz mais forte, como a imprensa de um modo geral, que tem informado a população. Da mesma forma, todas as pessoas que tem notoriedade, seja em qual atividade for, devem usar os seis meios para conclamar os brasileiros para que voltemos a erradicar o sarampo.

Meu marido, Jota Parente, há 33 anos quase perdeu seu filho mais novo, Raoni, com poucos meses de vida. E não foi por ter deixado de vacinar seu filho, mas, porque quando ele tomou a vacina, já havia contraído o vírus do sarampo, mas, ninguém sabia disso. Foram cinco dias de muito sufoco, mas, felizmente o tratamento deu certo.

Vamos nos juntar ao esforço que deve ser de todos para que os pais sigam corretamente a programação de vacinação das nossas crianças.

Não ao Maduro e ao genocídio dos irmãos venezuelanos, não sarampo e a todas as doenças que dependem da vacina. E isso depende da gente.

Marilene Parente

 

 

Cuidado, o sarampo está cada vez mais perto da gente

O município de Prainha já registrou 26 notificações de casos de sarampo, sendo que 15 já foram confirmados. Em Monte Alegre já tem 15 notificações e 9 confirmados. A região da Calha Norte Paraense só está atrás de Santarém que tem o maior caso de sarampo do Estado do Pará, possui atualmente 116 casos notificados e 39 confirmados.
O 9º Centro Regional de Saúde, vinculado à Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), em parceria com os municípios, está intensificando a vacinação da população para conter o surto de sarampo no oeste do Pará. No município de Santarém, o trabalho está sendo desenvolvido junto com a Secretaria Municipal de Saúde, principalmente em escolas e empresas, onde há grande aglomeração de pessoas.
Segundo a diretora do 9º CRS, Marcela Tolentino, uma equipe de técnicos já esteve no Alto Arapiuns para vacinar a população indígena que vive naquela região. “Também houve vacinação nas escolas de Monte Alegre, onde já foram confirmados nove casos da doença”, acrescentou a diretora.
No município de Prainha houve uma reunião, na última quarta-feira (27/02), com o secretário municipal de Saúde, Paulo Ricardo Corrêa da Silva, para que o 9º CRS e o município coloquem em prática o Plano de Enfrentamento do Sarampo aprovado pela Sespa, que deverá ser desenvolvido durante os próximos 30 dias. Os recursos financeiros, no valor de R$ 120 mil, foram repassados pela Diretoria de Vigilância em Saúde da Sespa e serão utilizados em pessoal, veículos, combustíveis e aquisição de insumos para a vacinação e busca ativa de casos de sarampo.
O município de Prainha já registrou 26 notificações de casos de sarampo, sendo que 15 já foram confirmados. Em Monte Alegre já tem 15 notificações e 9 confirmados. A região da Calha Norte Paraense só está atrás de Santarém que tem o maior caso de sarampo do Estado do Pará, possui atualmente 116 casos notificados e 39 confirmados.
O 9º Centro Regional de Saúde, vinculado à Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), em parceria com os municípios, está intensificando a vacinação da população para conter o surto de sarampo no oeste do Pará. No município de Santarém, o trabalho está sendo desenvolvido junto com a Secretaria Municipal de Saúde, principalmente em escolas e empresas, onde há grande aglomeração de pessoas.
Segundo a diretora do 9º CRS, Marcela Tolentino, uma equipe de técnicos já esteve no Alto Arapiuns para vacinar a população indígena que vive naquela região. “Também houve vacinação nas escolas de Monte Alegre, onde já foram confirmados nove casos da doença”, acrescentou a diretora.
No município de Prainha houve uma reunião, na última quarta-feira (27/02), com o secretário municipal de Saúde, Paulo Ricardo Corrêa da Silva, para que o 9º CRS e o município coloquem em prática o Plano de Enfrentamento do Sarampo aprovado pela Sespa, que deverá ser desenvolvido durante os próximos 30 dias. Os recursos financeiros, no valor de R$ 120 mil, foram repassados pela Diretoria de Vigilância em Saúde da Sespa e serão utilizados em pessoal, veículos, combustíveis e aquisição de insumos para a vacinação e busca ativa de casos de sarampo.
Fonte: O Impacto

Dispara procura por vacina contra meningite após morte de neto de Lula, mas valor assusta

Arthur Araújo Lula da Silva, neto do ex-presidente Lula, morreu aos 7 anos de idade vítima da meningite meningocócica. O menino foi levado para o hospital na manhã de sexta-feira (01) e algumas horas depois veio a óbito. Pais de todo Brasil ficaram desesperados e saíram em busca de informações sobre a vacina contra a meningite e muitos estão procurando as clínicas para vacinação.

Ao todo são 12 tipos de meningite meningocócica, porém, as que mais prevalecem no Brasil são os tipos: A, B, C, W e Y. Na rede pública de saúde só é oferecida a vacina contra o tipo C e quem quiser imunizar os filhos das outras formas da doença será preciso pagar a dose em alguma clínica particular e o valor é alto. 

Em São Paulo, por exemplo, houve um aumento na procura por clínicas particulares, em busca da vacina que está custando na média de R$ 575. 

Muitos pais alegam que não estavam preparados para este gasto extra agora, mas estão buscando alguma forma de garantir a segurança dos filhos. 

Uma clínica chegou a aplicar em menos de 48 horas, mais da metade do estoque que tem para o mês de fevereiro e acredita que a busca tende a crescer na próxima semana e após o carnaval. Já foram utilizadas mais de 140 doses do tipo B e 400 doses da conjugada quadrivalente.

Médicos alertam aos pais que não há motivo para entrar em pânico e que as pessoas costumam ficar desesperadas quando um fato assim acontece, quando na verdade deveriam ficar atentos o ano todo.  

Os pais que estão mantendo a caderneta de vacinação dos filhos em dia não têm o que preocupar. Esta corrida em busca da vacina contra meningite mostra que os brasileiros continuam não dando atenção a um assunto seríssimo e que pode causar perdas irreparáveis. 

Fonte: EWS News

Projeto de lei quer obrigar presos a pagarem seus custos ao Estado

A Alerj quer obrigar presos que cumprem pena em regime fechado ou semiaberto a indenizarem o Estado pelos gastos com sua manutenção no sistema penitenciário. É o que determina o projeto de lei 162/2019, apoiado pelos partidos da base do governo Witzel. O Rio tem hoje 53 mil detentos, espalhados por 56 unidades prisionais. Em todo o país, são mais de 700 mil pessoas atrás das grades, que custam, em média, R$ 2.400 por mês aos cofres públicos, segundo cálculos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O curioso é que o autor do projeto, o deputado Renato Cozzolino (PRP), tem uma tia atrás das grades. Núbia Cozzolino, ex-deputada estadual e ex-prefeita de Magé, foi presa por acusada de chefiar uma organização criminosa e falsificar documentos públicos. Outro tio de Renato, Charles Cozzolino, que também foi prefeito de Magé, esteve preso por fraudar licitações. E a mãe do deputado, Jane Cozzolino, teve o mandato cassado na Alerj por fraudes no Auxílio Educação.